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Novidades de Maio/17

Concluídos os trabalhos de divulgação e organização do 10 ANIVERSÁRIO TMC, o clube agradece e parabeniza a todos que contribuiram direta ou indiretamente para a realização de nossa festa, tudo em boa ordem. Tendo encerrados os trabalhos prévios de divulgação do Evento TMC. Encerrou-se neste mês, de MAIO17, a participação na Diretoria do clube do Instrutor Maxwell, que por motivos pessoais estará doravante apenas como MEMBRO, seguindo as diretrizes estatutárias. Continuará Somando, na medida do possível para com o motociclismo objeto de sua paixão e hobbie.

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“Srs! Agradeço demais o apoio e compreensão dos irmãos, deste e dos diversos grupos e clubes de PE; RELEMBRO mui honrado alguns COMBOIOS(deslocamentos seguros) que participei na minha vida, passeios e encontros, mobilizações e momentos INESQUECÍVEIS… Saúdo com estima todos os irmãos(independente de estilo e cilindrada) e os Amigos do KCLA, ECMM, COYOTYS, IN-OMERTÁ, Bros MC, e tantos outros pela consideração – impossíveis de citar todos, como nos PASSEIOS DO 4 BPE – e todos os quais fui convidado a acompanhar e/ou instruir. Guardo no coração e as melhores lembranças, de viagens, ação-solidária e especialmente os momentos de diversão ou lazer com pessoas radiantes e únicas… Continuarei, na medida do possível, guardando estas memórias de MOTOCICLISTA. E também, ao tempo certo, espero poder voltar a SOMAR com fé, respeito e harmonia, nesta grande IRMANDADE positiva que resiste”Maxwell Motociclista, Instrutor. Membro TMC (desde 2013).

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Dicas de segurança para motociclistas (E-book Gratuito)

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TÍTULO: Direção Defensiva para Motociclista (Como aumentar sua segurança) de João Carlos Salvaro

Parabéns ao autor pela iniciativa!

Fonte / Créditos: Este livro está sendo publicado no portal www.vias-seguras.com com autorização de João Carlos Salvaro e pode ser baixado livremente.

Campanha Cerol Não

INFELIZMENTE, todos os anos ao mês de JULHO/AGOSTO, temos um aumento de acidentes desta natureza em nossa região. Em 2016 houveram poucas as ações, dedicadas a este tipo de CONSCIENTIZAÇÃO, mas é de suma importência para a redução de incidentes.

Nosso website tem alguns links antigos / conteúdos e algumas orientações sugiro Palestras e Ações Educativas ref este assunto (Cerol) …Neste caso, além de nós MOTOCICLISTAS (interessados neste assunto) é preciso pensar no papel das ESCOLAS  e Instituições de ensino. (inclusive pq nesse caso tem público infantil – que não pode VER SANGUE // e público adulto – pais) – nós TWISTERS já fizemos ações junto à  RevistaMotoclubes na SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO, 2015 e no dia das crianças. Acreditamos que MOBILIZAÇÕES desta natureza, com a ajuda de Autoridades / Midia / Instituições de Ensino, teriam resultados bem melhores.

Aos interessados na questão, sugerimos pequisar neste site mesmo: Pesquisa TMC (clique aqui); e tb no Facebook (na Fanpage TMC, e no grupo PILOTAGEM SEGURA); pois não faltam MATÉRIAS e imagens, e conscientização a este respeito. Esta CAUSA, merece a atenção e PROJETOS educativos, público-privados para fazer ações ou MATERIAL EDUCATIVO para pais e filhos, e distribuir gratuitamente, nas escolas e pela internet – pra reduzir a incidência de CEROL & pipas próximo a vias / rodovias.
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Artigo por: MAXWELL AZEVEDO FONSECA / Diretor de Comunicação TMC – Administrador, Palestrante, Instrutor de Trânsito, & Motociclista.

Da sigla [MC]

A sigla “MC” normalmente utilizada nos Brasões e nos coletes por si só já indica que a palavra é composta por dois nomes, portanto o correto é Moto Clube, ou no plural, Moto Clubes. A sigla MC no Brasil é a abreviatura de Moto Clube, no plural MCs. No exterior o MC significa Motorcycle Club e só é utilizada por legítimos e tradicionais MCs, pois no exterior MCs não podem ser fundados clubes à revelia, somente Moto Grupos ou Facções podem ser criadas em territórios já pertencentes a MCs radicais.

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Um Moto Clube pode ter além de sua sede, integrantes residentes em outras cidades e até em outros países, que tendo número necessário de integrantes é denominada de Facção, no caso de apenas um motociclista fora da sede é tido tão somente como um Representante.

Somente na sociedade existem embaixadores, no motociclismo só existem “Representantes”.

Uma Facção também pode possuir sede própria na cidade onde se situa, mas não pode ter Estatuto próprio ou diretrizes diferentes da sede. A Facção utiliza o mesmo Brasão, e é recomendada a inscrição do nome da cidade, em outro bordado anexo à ele. O responsável pela Facção é o Diretor da Facção, não existindo outro “Presidente”.

Qualquer entidade social, devidamente registrada, tem que ter registrada sua Ata de Criação e por conseguinte a Diretoria que a compõe, ou seja, segundo normas da legislação ( código civil ) e também de nossa Irmandade, um número mínimo de seis ( 06 ) integrantes.

No motociclismo um MC pode ser dirigido por apenas um Presidente, ou até por um Conselho de Diretores, mas o correto é que exista o Presidente, o Vice e sua Diretoria com cargos hierárquicos, podendo alguns cargos serem acumulativos.

Moto Clube de apenas um integrante, ou um motociclista e sua garupa, não existe pois um Clube é formado por sócios, integrantes, companheiros, amigos e acima de tudo irmãos… e menos de 6 integrantes é um pequeno grupo, no máximo podendo ser denominado de Moto Grupo.

Um Moto Clube é uma Associação de motociclistas para determinados fins, sejam eles quais forem, podendo inclusive um Moto Clube ser especifico para realizar competições ou possuir interesses comerciais e lucrativos. Já um Moto Grupo é mais simples, desde a sua formação, ideologia e fins, que normalmente são mais voltados apenas para o agrupamento de motociclistas e voltado para o lazer, sem compromissos diretos ou indiretos com a sociedade ou a própria Irmandade.

Toda agremiação antes de se tornar um Moto Clube deveria passar pelo estágio de Moto Grupo. Da mesma forma que um integrante começa como PP e só recebe o Brasão após ser aceito pelos irmãos, um MG só deveria passar a MC após ser aceito pela irmandade.

O Brasão, símbolo ou escudo é a identificação visual que o motociclista escudado porta de seu Moto Clube. Essa identificação é o que lhe diferencia dos demais motociclistas. O Brasão é a “bandeira” ou “as cores” do MC, nele estão representados basicamente o logotipo do Clube ( Normalmente um desenho que diz respeito ao nome ), o Nome, a sigla “MC” ou “MG” ( MC = moto clube; MG = moto grupo e em outros estados pode mudar de sigla, como por exemplo no estado do Paraná é MA = moto amigos ), nome da cidade e estado. Para um motociclista portar nas costas o brasão ou símbolo de um Clube ele tem que provar merecê-lo, é observado por meses, ou até mesmo por anos dependendo do estilo do clube, e tem que provar ser um motociclista responsável e um verdadeiro irmão de seus companheiros, sejam eles do mesmo MC ou não. Portanto frequentar a Irmandade sem portar o brasão ou símbolo do clube a que se pertence é renegar suas cores e renegar o apoio aos demais irmãos. Em Eventos a presença dos MCs é marcada por bandeiras com seus brasões e símbolos, cada um com suas cores e filosofias.

Os novos integrantes devem receber os Brasões por etapas, a medida que forem subindo de estágio. Ao entrar deve acompanhar os novos irmãos sem portar nada nas costas do colete, após ser aprovado no primeiro estágio recebe a primeira parte “PP”, depois sobe “Meio Escudo” e por fim “Escudo Fechado” quando passa realmente a pertencer ao Clube, pois antes disso não é integrante efetivo e qualquer deslize pode tirar-lhe o privilégio de ingressar no MC.

Ultimamente muitos Clubes descobriram que existem outros com o mesmo nome ou brasão, agora cabe a eles entrarem em acordo para que a coincidência de nomes e símbolos não venham causar problemas. Clones devem ser tratados e resolvidos sem brigas, com boa vontade e criatividade tudo se resolve. Se tudo isso não resolver, entrar com pedido judicial será o próximo nível da questão, desde que devidamente legalizado perante a lei. Como regra geral prevalece o nome para o MC mais antigo, seja por registro ou por reconhecimento pela Irmandade, cabendo ao mais novo a troca, alteração ou afiliação do nome ou símbolo. Se um motociclista escudado comete um ato indevido, e se existem mais Clubes com o mesmo nome, outro MC pode ser penalizado por culpa de um integrante que não lhe pertença. Da mesma forma não é admissível brasão, símbolos ou nomes clonados ou muito semelhantes, é muita falta de respeito, pense nisso!

A palavra irmandade provém de irmão, portanto considerando-se que os motociclistas possuem os mesmos ideais relacionados à motocicleta, se consideram “irmãos por afinidade” e portanto pertencem a uma mesma Irmandade. Claro que isso vem de muito tempo e esta Irmandade cresceu baseada em tradições e regras próprias que a tornam única, portanto sua ideologia não deve ser desvirtuada mas sim preservada a todo custo sempre honrando suas cores, um dos outros, cada um com a sua bandeira. Apesar dos esclarecimentos descritos acima, tais regras contidas na tradição do motociclismo são repassadas por gerações entre seus irmãos e suas aplicações são feitas pelos Moto Clubes, reais representantes dos motociclistas.

Quanto ao registro de MCs há controvérsias, existem hoje segmentos dentro da Irmandade que só reconhecem os Clubes que são registrados em Cartório, já outros acham que isso e coisa para Empresa, que um MC é algo diferente, apenas uma união de Irmãos que compactuam a mesma opinião, podendo até divergir em alguns assuntos, mais que todos seguem numa única direção pensando no MC, sem muita burocracia. Considerando-se que MCs podem ser fundados com diversos fins, ambos estão certos, pois para aqueles com envolvimento financeiro, comercial ou que de alguma forma necessite do CGC ou CNPJ, o registro é vital, mas para os mais radicais e voltados para a organização tradicional, o registro é dispensável.

Notem que um segmento perpetua as raízes, décadas e séculos de regras, história e tradição. Já o outro segmento é moderno, é menos radical e está mais ligado à sociedade civil do que a própria Irmandade. No fim estes Moto Clubes possuem as mesmas finalidades, reunir os motociclistas, portanto só cabe aos novos Moto Clubes e motociclistas se decidirem por uma filosofia nova ou a tradicional.

Vale frisar também que nos dias de hoje a burocracia é um mal necessário, visto que um MC sem registro não aluga imóvel para a sede, não abre conta em banco, não contrata funcionários, não se filia a Associações ou Federações, não tira alvará para realização de Eventos, e em alguns estados e países não pode nem rodar nas estradas sem o mesmo.

Moto clubes ao contrário do que os leigos e desinformados pensam não é um grupo de motociclistas que apenas se reúnem para lazer e seus integrantes usam nas costas um desenho por estética! Moto clubes são associações baseadas na Irmandade e tradição biker. Hoje em dia precisamos diferenciar um moto clube autêntico dos diversos grupos que deveriam receber qualquer denominação exceto moto clube, como exemplo de grupos que não têm nada a ver com moto clubes e que no máximo poderiam ser denominados moto grupos. Podemos citar como exemplo os “caçadores de troféus”, ou seja, grupos ou pessoas que vestem colete sem saber seu real significado apenas para conseguir lembranças que normalmente são entregues aos moto clubes como lembrança do seu evento.

A história do surgimento dos moto clubes é de certa forma complexa, pesquisando você encontra informações que associa o surgimento, em parte, ao final da guerra onde ex-militares e pilotos no pós guerra teriam feito da moto o veículo de busca de adrenalina formando diversos grupos como 13 Rebels e os Yellow Jackets da Califórnia. Nessa época já usavam identificação do grupo e mais tarde foram desenvolvendo os escudos ( brasões ) que passaram a defender e adaptavam as regras da hierarquia militar em uma irmandade formada por cargos eletivos das associações. Sabemos que muito antes disto os motociclistas já haviam percebido as vantagens de andar em grupo e já existiam associações que eram entidades sociais de pessoas que andavam de motos. A sociedade ainda confunde motociclistas com motoqueiros que aparecem em nossos encontros fazendo arruaças ( estouro de motor, borrachão, empinadas, etc. ). Além disso de 5 eventos motociclísticos 3 são na verdade feiras comerciais imbutidas em nomes de encontro nacional e nada a tem a ver com nossos princípios.

A partir da década de 70 viu-se a implantação de diversos moto clubes pelo mundo, a maioria já seguindo o princípio de hierarquia e irmandade. No Brasil a popularização iniciou-se na década de 90.

Hoje muita coisa anda desvirtuada, moto clubes são criados a revelia, como nomes perjorativos e por pessoas que desconhecem a história e o espírito biker, sequer sabem o significado de um brasão, honrar e respeitar as cores e muito menos seguem os princípios de irmandade. Os moto clubes autênticos foram forçados a criar campanhas para evitar abusos e coibir arruaceiros em seus eventos, em contrapartida a cada dia são criados novos eventos que nada têm a ver com as tradições biker, na verdade são eventos que enriquecem empresários e promovem candidatos políticos que se aproveitam da popularidade para atrair admiradores de motos, já que os motociclistas autênticos passam longe de tais encontros.

Fonte: Página do facebook do motociclista Canibal de Paulo Afonso / Federação de Motociclistas do RN

DEZEMBRO TÁ AÍ (por Maxwell Fonseca)

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DEZEMBRO TÁ AÍ e Mautoqueiros ou Mautoristas se encontram à beira de um ataque de nervos… – Depois da loucura desse trânsito da última SEXTA (BlackFriday) da Região Metropolitana do Recife, me sinto obrigado a deixar este singelo registro de conscientização para os AMIGOS e familiares. Afinal, vem chegando o fim de ano (deste ano tenso de 2015 – com tantas CRISE e tal) é importante preparar-se para esta época de festas e confraternizações – E a HIPÓTESE do trânsito “piorar”, não é pessimismo! Mas já diz o ditado: “Quem quer o melhor, se prepara pro pior”. Fim de ano, nos Shoppings e Mercados a situação já fica mais tensa, este ano pode esperar algo mais… Congestionamentos e até assaltos nas cancelas de saída já são comuns nos noticiários – revelando um aumento do risco inclusive à segurança pessoal… Se adicionarmos a desatenção, ansiedade, pressa e tensões de ordem pessoal – o resultado são aborrecimentos, conflitos e muitos desgastes desnecessários.

Os Mautoqueiros*** – que saem batendo em retrovisores acabam criando uma péssima imagem e sentimento dos motoristas. Desgastes e tensão entre carros e motos.

Os Mautoristas*** – que já passam o ano inteiro fazendo barbeiragens – e manobras “radicais”, sem sinalizar intenções, botando por cima do corredor – e até fechando intencionalmente as vias e cruzamentos – são um exemplo de descontrole emocional, e má educação no trânsito…

Conduzindo no cotidiano, tenho percebido um aumento em 3 situações, muito arriscada para MOTOCICLISTAS que tentam andar certo:
01 – Motoristas distraídos com o CELULAR, rede social (facebook, whatsapp e etc.);
02 – “Motoristas” armados, uns inclusive botando por cima, ameaçando outros veículos ou motos*;
03 – Motoqueiros atendendo o celular, dentro do capacete, ou até digitando em movimento. Pasmem, em carros e motos em movimento;

ENFIM: Paz no trânsito, depende de muitas coisas, mas sobretudo de nós mesmo. Nossa conduta consciente. – É preciso pensar na prevenção de acidentes, e inclusive de INCIDENTES negativos de qualquer natureza. Tenha atenção redobrada com a aproximação lateral de outros veículos; Cuidado com a mudanças brusca de direção ou faixa… Mulheres, evitem deixar bolsas (e homens valises ou mochilas) em cima do banco de passageiro. Outro conselho essencial é deixar a pressa de lado. Saia mais cedo, evitem horários de rush* (de maior volume de trafego) e desgastes. Se você vai sair de última-hora, relaxe, conduza sem estresse. Discutir com outro condutores não vai melhorar (e pode até piorar a situação) – Se possível RESPEITE O CORREDOR. E sobretudo evite conduzir muito próximo, ou se “ralando” nos outros… – Pense que é crescente os casos de “condutores” armados e perdendo a cabeça, e agredindo outros.

Isto tudo parece básico, mas vale a pena lembrar – ou educar familiares (e novos condutores).

Texto: DEZEMBRO TAÍ, por Maxwell Fonseca

Imagem meramente ilustrativa – fonte internet ( http://goo.gl/fB50H4 )

RELATÓRIO DA AÇÃO: Mobilização de Motociclistas, Crucifixo Automotivo.

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Desde o CONVITE do Detran/PE para a Inauguração Oficial do referido Monumento foi em 15/Nov/2015, iniciamos então uma mobilização junto aos Motoclubes atuantes da região para a produção de um Registro Fotográfico relevante, e no dia 21 deste mês (sábado subsequente à inauguração oficial do Crucifixo Automotivo* Detran/PE & Uninassau), conseguimos com êxito promover a reunião de diversos Motociclistas e Motoclubistas, em um momento solene, educativo, de orações e oportuna reflexão (sobre a problemática situação dos acidentes e vidas perdidas).

12278783_654729434630564_3807557784052664439_n[2]A LIGA/PE (através de sua liderança local Sergio / Coyotys Brasil) circulou o convite aberto aos clubes e motociclistas da região tendo em vista a relevância da causa, e felizmente o resultado da produção fotográfica aconteceu – foi um maravilhoso fruto da sinergia e irmandade existente no meio motoclubista.

“Nós Motociclistas estamos no topo das Estatísticas de acidentes de trânsito, mas podemos também ser parte significativa para a Solução” disse MaxwellFonseca Instrutor, referindo-se ao papel EDUCATIVO dos Motoclubes na conscientização especialmente dos novos condutores, e da forma que um bom Motoclubista pode servir de referência para outros. “Quem anda em duas rodas, precisa sair de casa com o desejo de voltar inteiro, atitude consciente e devidamente Equipado. A maioria dos acidentes fatais passam por falhas humanas, logo precisamos tratar sobretudo da EDUCAÇÃO e de pessoas…”;

Para este movimento organizado da sociedade civil, procuramos comunicar 01) Os Motoclubes; 02) O Detran/PE Setor de Educação & Assessoria de Imprensa da Uninassau; 03) e SUBRETUDO às Autoridades ( respeitando a prerrogativa de orientar a utilização do local de forma breve e segura; respeitando o fluxo das vias ); Como o intuito não era convidar o público em geral estabelecemos uma meta numérica (servindo tambem de limite), tendo em vista questões de ordem, Estacionamento e etc.

Não houve dificuldade de acessar o local, tendo em vista que os MOTOCLUBES que têm em sua prática e cultura para Passeios e Encontros seguindo sua Agenda Regional e integração. Tudo transcorreu na devida ordem e da melhor forma – sem incidentes. O deslocamento Recife/Cabo foi orientado em pequenos grupos, cada um liderado por seus presidentes, e ou Road Captains (pessoas experientes na técnica de comboio, deslocamento coletivo, tradicional de motoclubistas). Foram respeitadas a sinalização e desnecessário o fechamento de vias por agentes ou viaturas da Policia (Militar, Rodoviária, do Exército); garantindo máxima segurança e paz.

O OBJETIVO de alcançar 100 pessoas, foi atendido por 60 motociclistas de diversos clubes, para produzir a referida fotografia (conf. contabilizado em ata). A Foto/imagem abaixo, em posição de oração frente ao referido Crucifixo, se deu de forma breve e objetiva. Seguindo-se à homenagens, orações e um minuto de silêncio, em memória de amigos e irmãos que partiram (às vítimas de acidentes de trânsito). Uma ação repleta de emoção, irmandade e de efeito social educativo – mostrando nosso comprometimento com a causa – e um alerta à prevenção e redução do número de acidentes com Motos.

11218913_654995601270614_6843645429461021867_n[1]PARTICIPANTES: Em Ata, registramos os seguintes clubes: – Coyotys MC; Twister Motoclube; NoStress na Estrada MC; Imbatíveis MC; Bros Mc-PE; Pardal MC; Esquadrão de Cristo (ECMM); AmPm MC; Kansas Clube; Lobos do Asfalto; Asas da Alva; Preakeiros; Irmãos de Fé MC; JeováSabaoth; Águia da Luz; Sem Alma – Aproveitamos para agradecer a todos que puderam atender ao chamado repassado via Rede Social, com o apoio da LIGA Nacional de Bikers-PE; e também da Revista MotoClubes – efetivo canal de Comunicação dos irmãos.

DO RESULTADO – As referidas imagens já se multiplicam entre motociclistas; e serão abertamente repassadas em rede social; Naturalmente, a autorização e direitos das artes (em alta-qualidade) está sob domínio dos próprios fotógrafos, a saber: Antonio Bandeira / Pedro Leite / Kall Bass. Cuja a utilização pra fins educativos já foi ressaltada desde o início; Contudo respeitaremos  citação do nome dos mesmos – e responsáveis pelo registro – como fonte.

Além deste relato e registro fotográfico, nos apresentamos sempre à disposição para compartilharmos os resultados desta experiência, desde sua concepção – …reverberando assim os efeitos positivos desta ação educativa para maximizar o alcance desta mensagem conscientizadora. – Saudações e Motoabraço!

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Maxwell Fonseca
 – TMC/dCom
Administrador, Recifense & Instrutor de Trânsito

 

 

 

 

 

 

 


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Como funciona o MONSTRO DO ACIDENTE?

Segundo estudos, existem dois tipos de acidentes: o EVITÁVEL e o NÃO-EVITÁVEL. O primeiro é aquele que podemos fazer alguma coisa para evitá-lo. Já o segundo é aquele que esgotadas todas as medidas preventivas, ainda assim ele vem a acontecer ou envolver outras partes – ou seja, inevitável. Logo, a pergunta que fica é: barrel-monster-4[1]AFINAL, o que podemos fazer para combater os ACIDENTES? Primeiramente, ressalto as CAUSAS e situações de risco comuns. Estatisticamente, 75% dos acidentes são causados por falha humana (erro do condutor), 12% por problemas no veículo (causas mecânicas); 6% por deficiência das vias e 7% por causa diversas. O homem está associado direta ou indiretamente por 93% dos acidentes de trânsito – números segundo o Portal de Trânsito (http://www.transitobr.com.br)

Principais CAUSAS de Acidentes: 1. Imprudência dos condutores / 2. Excesso de Velocidade / 3. Desrespeito à sinalização / 4. Ingestão de bebida alcoólica / 5. Ultrapassagens indevidas / 6. Má visibilidade (chuva, neblina, cerração, noite) / 7. Falta de atenção / 8. Defeitos nas vias / 9. Falta de manutenção adequada do veículo / 10. Distração interna do condutor (rádio, passageiro, celular, objetos soltos no interior do veículo) / 11. Ação evasiva inadequada, frente a um fator adverso (buraco, veículo parado, etc) / 12. Técnica inadequada ao dirigir / guiar (não observar o retrovisor, errar os comandos/pedais) / 13. Avaliação errada de distância e aproximação de outros veículos (tanto no mesmo sentido, como em sentido contrário). / 14. Falta de cortesia no trânsito / 15. Não obediência das normas de circulação e conduta (tanto de condutores, como de pedestres) / 16. Falta de conhecimento e obediência às leis de transito. / 17. Impunidade de infratores / 18. Sensação de onipotência advinda do comportamento inadequado ao dirigir / 19. Falta de educação para o transito / 20. Travessia em locais perigosos e fora da faixa/semáforo / 21. Sonolência, falta de descanso, drogas (remédios, psicotrópicos, tranquilizantes, etc) e fadiga.

Lembrando que os fatores podem estar associados uns a outros, ou cumulados tipo: Sono + Má conservação da Via + Animais na pista… Vários itens somados resultando em um acidente.

A dica é: PROCURE CONDUZIR
_SEM COMETER INFRAÇÕES;
_SEM ABUSAR do VEÍCULO;
_SEM PRESSA ou ATRASOS EM SEUS HORÁRIOS;
_SEM faltar com a ATENÇÃO, EDUCAÇÃO e CORTESIA.

Esta e outras Dica de Pilotagem Segura de MaxwellFonseca no Facebook.

COLETE

O colete de um motociclista não serve apenas para carregar o brasão de seu motoclube, bottons ou patchs com piadinhas esquistas do tipo “Motoqueiro é a p*** que o pariu”. O colete trás, quase que de praxe, as cores e a essência do motoclube presentes no brasão. Alguns carregam patchs adicionais contendo maiores informações sobre o mesmo, como patchs de suporte, facção, nome e hierarquia daquele que o veste e às vezes o tipo sanguíneo.

Porém, mais do que a parte física do colete, está o valor agregado a ele. Aquele que veste o colete de um motoclube está carregando consigo também toda a história daquele motoclube, o respeito que foi conquistado durante o tempo, a conduta de todos os outros membros do motoclube.

A cobrança para aqueles que vestem um colete também é outra. O indivíduo coletado está sempre sendo vigiado não apenas pelos membros do seu motoclube, mas por toda a legião de motoclubes. Uma atitude errada, uma briga, uma zoeira, e isso serão visto por todos. Moto clubes sérios não toleram má conduta e quase sempre a punição é severa, indo desde o afastamento temporário do membro, até a expulsão do mesmo.
É por isso que o indivíduo ao assumir sua atitude de motociclista e vestir um colete passa a ser visto com outros olhos por aqueles que são do meio. A primeira impressão de um ser coletado quase sempre é: respeitável e companheiro. É como fazer parte de uma grande família, onde muitos são desconhecidos entre si, mas há sempre aquela velha consideração. Coisas de #irmandade!.

Também é bom saber que os #símbolos do MotoClube, são de propriedades do MC e não do integrante, ao se desligar do MC por qualquer motivo esse símbolos serão recolhidos ao MC.

>>> Fonte: Paulinho Payakan em Falcões MC – Raça Liberta Guarulhos (griffo intencional: TMC)
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